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Beyond universality: confronting nursing theories with the realities of chronic care
Omar Pereira de Almeida Neto, Ercole Vellone, Barbara Riegel, Eneida Rejane Rabelo-Silva, Valentina ...
The Strategic Role of Nursing in Implementing CureAll in the Americas: Essential Competencies and Workforce Strengthening
Luís Carlos Lopes-Júnior, Monnie Abraham, Edmara Bazoni Soares Maia, Maurício Maza, María Lil...
Artificial Intelligence as an ally to the Nursing Process: pathways and ethical considerations
Isabelle Cristinne Pinto Costa, Elielza Guerreiro Menezes, Rodrigo Jensen, Viviane Martins da Silva...
ReprodutHIVa: development and validation of an app for self-care for women living with HIV/AIDS
Karyanna Alves de Alencar Rocha, Ana Luiza Carsoni Alves de Almeida, Victor Pereira Moura, Domingos ...
Objetivo: desenvolver e validar um aplicativo móvel para o autocuidado na saúde sexual e reprodutiva de mulheres vivendo com HIV/aids. Método: estudo metodológico em seis etapas: revisão de literatura; organização do conteúdo; desenvolvimento do aplicativo; validação por especialistas; adequação após validação; validação pelo público-alvo; e adequação após a validação. Participaram profissionais da saúde e mulheres vivendo com HIV/aids. Foi empregada a estatística descritiva, Índice de Validade de Conteúdo, sendo considerado o valor de concordância mínimo de 0,80 e o teste AC1 de Gwet. Resultados: o aplicativo foi validado por uma equipe multidisciplinar, composta por profissionais de Ginecologia/Obstetrícia e Infectologia, obtendo o Índice de Validade de Conteúdo de 0,93, e validado pelo público-alvo com 0,94. Obteve boa aceitação geral e confiabilidade na validação pelos especialistas (AC1 = 0,446; p < 0,001) e pelo público-alvo (AC1 = 0,483; p < 0,001). Todos os profissionais apontaram a contribuição pessoal e potencial educativo do aplicativo. Conclusão: o aplicativo representa uma importante ferramenta tecnológica no fortalecimento do autocuidado na saúde sexual e reprodutiva de mulheres vivendo com HIV/aids, baseado em evidências. Sugere-se, portanto, estudos de intervenção.
Breastfeeding self-efficacy, parenting behavior, and maternal role of mothers with planned and unplanned pregnancies
Seyhan Çankaya, Bihter Akın, Yasemin Erkal Aksoy.
Objetivo: comparar a autoeficácia na amamentação, o comportamento parental e o papel materno de mães com gravidez planejada e não planejada no início do período pós-parto. Método: estudo transversal realizado com 414 mães por amostra de conveniência, em uma clínica pós-parto de um hospital universitário. Para a coleta de dados utilizou-se um formulário contendo as variáveis sociodemograficas e obstétricas, a Escala de Comportamento Parental Pós-parto, a Escala Eu como Mãe e a Escala de Autoeficácia na Amamentação - Forma Resumida. Resultados: das 414 mães, 163 (39,4%) tiveram gestações não planejadas. As mães com gravidez não planejada obtiveram pontuações significativamente mais baixas em autoeficácia na amamentação, comportamento parental e papel materno do que aquelas com gravidez planejada (p < 0,001). De acordo com a análise de regressão, a gravidez não planejada é um fator de risco que afeta negativamente a autoeficácia na amamentação, o comportamento parental e o papel materno das mães (p < 0,001). Conclusão: a autoeficácia na amamentação de mães com gestações não planejadas foi baixa, e os comportamentos parentais e papéis maternos foram inadequados. Enfermeiras e parteiras devem apoiar as mães com gestações não planejadas em termos de amamentação de seus bebês, tanto durante a gravidez quanto no período pós-parto, e na adaptação ao papel de maternidade e criação dos filhos.
The relationship between climate change worry, premenstrual syndrome severity, and quality of life among women of reproductive age and related factors
Ebru Cirban Ekrem, Ayça Akar, Ahsen Akar.
Objetivo: o objetivo deste estudo foi determinar a relação entre a ecoansiedade, a gravidade da síndrome pré-menstrual e a qualidade de vida entre mulheres em idade reprodutiva, bem como identificar os fatores relacionados. Método: este estudo transversal e correlacional incluiu mulheres em idade reprodutiva. A amostra foi composta por 614 participantes. Os dados foram coletados por meio de um formulário com informações descritivas, da Escala de Ecoansiedade, da Escala de Síndrome Pré-Menstrual e da Escala de Qualidade de Vida SF- 12. Resultados: foram encontradas uma correlação positiva entre as medidas das Escalas de Ecoansiedade e de Síndrome Pré-Menstrual e uma correlação negativa entre as medidas da Escala de Ecoansiedade e das subdimensões, física e mental, da Escala de Qualidade de Vida SF-12 (p<0,05). A Escala de Ecoansiedade, a Escala de Síndrome Pré-Menstrual e a Escala de Qualidade de Vida SF-12 apresentaram efeitos estatisticamente significativos nos escores correspondentes aos componentes físico e mental (p<0,05). Especificamente, um aumento de um ponto na Escala de Ecoansiedade resultou em um aumento de 1,11 ponto na Escala de Síndrome Pré-Menstrual; uma diminuição de 0,08 ponto no componente físico e uma diminuição de 0,13 ponto no componente mental da Escala de Qualidade de Vida. Conclusão: à medida que a ecoansiedade se intensifica entre as mulheres, a gravidade dos sintomas da síndrome pré-menstrual aumenta e a qualidade de vida diminui. A ecoansiedade, a gravidade da síndrome pré-menstrual e a qualidade de vida estão relacionadas às características individuais da mulher.
Clinical and epidemiological profile of pediatric patients undergoing extracorporeal membrane oxygenation: experience at a referral center
Karleandro Pereira do Nascimento, Maria Veraci Oliveira Queiroz, Silvania Braga Ribeiro, Viviane Mar...
Objetivo: analisar o perfil clínico-epidemiológico de pacientes pediátricos em suporte por oxigenação por membrana extracorpórea em um centro de referência. Método: estudo transversal e retrospectivo, baseado na análise de 108 prontuários de pacientes pediátricos de um hospital público. Foram coletados dados sociodemográficos e clínicos por meio de um instrumento desenvolvido para esta pesquisa. Para a análise, foram utilizadas frequências absolutas e percentuais, medidas de tendência central e dispersão, teste de normalidade de Shapiro-Wilk, teste qui-quadrado de Pearson, modelo de regressão logística com entrada Stepwise, análise de regressão linear múltipla e teste de Durbin-Watson. Resultados: segundo a análise dos documentos, 55,5% pertenciam a pacientes do sexo feminino. Quanto aos desfechos clínicos, 76,1% aguardavam cirurgia antes da canulação, 69,3% utilizaram drogas vasoativas e 57,4% evoluíram para óbito. A oxigenação por membrana extracorpórea venoarterial do tipo central foi a modalidade mais utilizada. A principal indicação para o suporte foi a síndrome do baixo débito cardíaco. Pacientes que desenvolveram complicações mecânicas na oxigenação por membrana extracorpórea apresentaram risco estatisticamente maior para o óbito (odds ratio de 2,8). Conclusão: complicações mecânicas se associaram ao risco aumentado de mortalidade. O perfil clínico-epidemiológico evidencia a gravidade clínica, caracterizada por instabilidade hemodinâmica e indicação cirúrgica.
Inequalities in the health care system utilization for intrauterine device insertion
Síntia Nascimento dos Reis, Mery Natali Silva Abreu, Fernanda Penido Matozinhos, Larissa Soares S...
Objetivo: investigar a utilização da Rede de Atenção à Saúde por mulheres em idade reprodutiva para inserção do dispositivo intrauterino e analisar possíveis desigualdades conforme características sociodemográficas. Método: estudo transversal, aninhado à coorte prospectiva, com amostra aleatória de 515 mulheres ≥18 anos, conduzido em serviço de referência para inserção do dispositivo intrauterino, por enfermeiras obstétricas. Aplicou-se questionário estruturado face a face para obter informações relativas à utilização da rede para inserção do dispositivo intrauterino. A análise foi conduzida com base no Modelo Comportamental de Utilização de Serviços de Saúde. Utilizou-se regressão logística e multinomial para estimar Odds Ratio de utilização dos serviços da rede segundo fatores predisponentes raça/cor e paridade, e fator facilitador, escolaridade. Resultados: a maioria das mulheres conhece e utiliza os serviços de saúde da rede, principalmente as com baixa escolaridade e multíparas. Porém, a utilização desses para acessar o dispositivo intrauterino é menor, com baixo acesso à orientação sobre planejamento reprodutivo e sobre a inserção do dispositivo intrauterino nos serviços, ainda menor entre aquelas com menor escolaridade e nulíparas. Conclusão: a menor chance de utilização da rede para acessar o dispositivo intrauterino entre mulheres com menor escolaridade e nulíparas revela desigualdades sociais no acesso à contracepção.
Infodemic in COVID-19 and its relationship with stress, depression, and anxiety in the elderly
Varinia Alejandra Rodríguez-Campo, Sandra Verónica Valenzuela-Suazo, Ricardo Bezerra-Cavalcante, ...
Objetivo: analisar o fenômeno da infodemia na COVID-19 e sua relação com estresse, depressão e ansiedade em idosos. Método: estudo quantitativo, correlacional, transversal. Amostra não probabilística de 195 idosos, que responderam a um questionário para: Infodemia, Escala de Estresse Percebido, Escala de Depressão Geriátrica de Yesavage, Escala de Ansiedade Generalizada, por meio de inquérito telefônico e/ou autoaplicável online. Aceitação prévia do consentimento informado. Para análise dos dados, utilizou-se estatística descritiva e inferencial. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética. Resultados: a média de idade foi de 69 ± 6,2 anos, 58% eram mulheres. O número médio de horas diárias destinadas à informação foi de 5±2,5, sendo maior nos homens, sem diferenças significativas entre os sexos. As horas de infodemia foram inversamente relacionadas à condição de saúde mental, assim como, quanto maior a hora de informação, menor o nível de estresse, depressão e ansiedade. Conclusão: a infodemia não tem necessariamente um impacto negativo na saúde mental dos idosos. A partir da enfermagem, é fundamental fortalecer o pensamento crítico, o letramento digital, promover redes de apoio e espaços seguros que potencializem a autonomia e o enfrentamento da desinformação.
Factors associated with the interruption of exclusive breastfeeding and weaning in premature infants after hospital discharge: a prospective cohort study
Mariana Lamante Bueno, Júlia Carneiro Godoy de Sousa, Vinícius de Sousa Monteiro, Alinne Almeida S...
Objetivo: estimar a incidência de aleitamento materno exclusivo e desmame em prematuros e identificar fatores de risco pós-alta hospitalar. Método: coorte prospectiva com 237 participantes. Fatores associados à interrupção do aleitamento e desmame analisados por regressão de Poisson. Resultados: após a alta, 35,3% (IC95%:29,6-41,8) interromperam o aleitamento e 9,8% (IC95%:6,5-14,2) desmamaram. Associaram-se à interrupção do aleitamento: idade materna (RR=0,70; IC95%:0,49-0,99); escolaridade (fundamental: RR=1,68; IC95%:1,00-2,80; médio: RR=1,79; IC95%:1,20-2,66); estímulo das mamas (>6 h: RR=1,88; IC95%:1,13-3,13; não estimulou: RR=1,69; IC95%:0,98-2,88); hospitalização (RR=1,85; IC95%:1,10-3,08); primeira mamada (>24 h: RR=0,61; IC95%:0,38-0,99; não mamou: RR=0,66; IC95%:0,43-1,01); e aleitamento na alta (RR=3,64; IC95%:2,45-5,40). Desmame associou-se à ausência de aleitamento na alta (RR=3,64; IC95%:2,45-5,40). Conclusão: idade materna, escolaridade, hospitalização e aleitamento na alta influenciaram a interrupção do aleitamento. A ausência de aleitamento na alta elevou o risco de desmame. Intervenções precoces, suporte familiar e políticas são essenciais para manutenção do aleitamento.
Influence of alcohol on the worsening of COVID-19 and the occurrence of long COVID
Mirella Machado Ortiz Modesto, Natan Nascimento de Oliveira, Natan David Pereira, Wanessa Cristina B...
Objetivo: analisar o padrão de consumo de álcool de adultos e idosos antes do desenvolvimento da COVID-19 e a influência do consumo de álcool nos desfechos e agravos da COVID longa. Método: estudo transversal ancorado em dados de uma coorte retrospectiva conduzida com adultos e idosos que tiveram COVID-19 e que consumiram álcool antes da infecção pela doença. Utilizado formulário eletrônico padronizado para coleta de dados da amostra e ajustado modelo de caminhos, para comprovar o modelo teórico sobre a influência do consumo de álcool em desfechos negativos para COVID-19. Resultados: amostra com 1.171 participantes respondentes à questão do álcool. Destes, 408 (34,84%) relataram o consumo de álcool antes da doença. Prevaleceu o sexo masculino, com idades mais baixas, escolaridade elevada e com filhos maiores de 18 anos. A presença de Doenças Crônicas Não Transmissíveis acarreta um aumento de 11% na chance de hospitalização e 12% na chance de COVID de longa duração. A idade dos participantes afetou o uso de álcool e afetou diretamente a necessidade de hospitalização. Conclusão: é importante adotar estratégias de intervenções voltadas para a redução do consumo de álcool, sobretudo em contextos de sindemia, a fim de mitigar os riscos associados.